Oficina de Nivelamento Trabalhos Acadêmicos: Da escrita à exposição V

Convidamos a todos para participar da Oficina de Nivelamento Trabalhos Acadêmicos: Da escrita à exposição V que ocorrerá nos dias 19 e 20 de julho.

O evento consiste na exposição das técnicas de elaboração de trabalhos acadêmicos, como também discutir a importância e os usos das recomendações feitas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para a confecção de produções científicas.

As inscrições serão realizadas via SIGAA. Para maiores informações, entrar em contato através do e-mail petufshistoria@gmail.com.

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Resenha do livro “Como fazer uma tese” de Umberto Eco

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O livro “Como fazer uma tese” do autor Umberto Eco é uma das obras que podemos chamar de indispensáveis para a vida acadêmica e para quem pretende construir um trabalho de pesquisa consistente. A partir da leitura do livro é possível entender os processos que levam à construção de uma tese, seja a escolha do tema ou do orientador, até as melhores formas de se fazer a bibliografia da pesquisa.

No primeiro capítulo de seu livro, Umberto Eco procura esclarecer a qual público seu estudo pretende atender, inclusive é neste capítulo que ele diz que o livro não é destinado a pessoas que estão à procura de uma fórmula pronta, ou que querem elaborar uma tese apenas para obter o título de graduando (ou mestre, ou doutor). Neste sentido, o italiano explica que a elaboração de uma tese leva tempo, por isso é recomendado disponibilizar um tempo apenas para a pesquisa.

Na segunda parte do livro, o autor trata da escolha do tema, parte importantíssima, já que o tema do trabalho pode definir se este é possível de ser pesquisado ou não. O autor exemplifica os tipos de “teses”, que podem ser monográficas, quando o tema abrange algo específico, por exemplo, o movimento feminista em Aracaju. O pesquisador também pode fazer releituras de temas que já foram pesquisados acrescentando algo novo. Existem também teses teóricas no qual o estudante desenvolverá um tema totalmente novo, pode ser uma tese científica ou apenas um discurso político, se a escolha for a científica, esta terá que demonstrar além de grau de confiabilidade também precisará mostrar importância para a sociedade. O autor explica também que se o estudante desejar trabalhar com um pensador estrangeiro, se faz necessário trabalhá-lo na sua língua original, pois as traduções muitas vezes podem esconder detalhes no texto. Com isso, Umberto Eco exalta a importância de se falar línguas estrangeiras.

No capitulo três é explicado como deve-se manusear o material usado na pesquisa, sendo recomendado traçar uma bibliografia de base para a pesquisa mesmo antes de começá-la de fato, desta forma sabe-se em que terreno pretende-se pisar. Visitar bibliotecas em busca do material e construir fichas de leitura também faz parte do processo. Aqui também aparece a distinção de fonte primária e secundária.

O quarto capítulo é uma contribuição muito interessante, pois indica a melhor forma de ser fazer citações no texto, ainda é explicado sobre como fazer os fichamentos que ajudarão na pesquisa. Também nesse capítulo o autor indica como começar a pesquisa: escrevendo o título, índice e introdução da tese. Estes podem mudar durante a pesquisa, o que não é o problema, já que eles servem apenas para dar início ao trabalho.

No quinto capítulo, talvez mais esperado por aqueles que leem o livro “Como fazer uma tese”, Eco dá contribuições não apenas pontuais como também bastante significativas na construção de uma tese: a definição dos principais termos que você usará na sua tese, e uma excelente forma de introduzir a redação.

O livro ajuda em vários aspectos, primeiramente indica possíveis erros que o pesquisador poderia cometer como, por exemplo: escolher um tema que não está ao seu alcance. É possível entender como se deve iniciar a pesquisa sabendo a bibliografia que será usada e onde encontrar a mesma e como deve ser a relação com o orientador. Fica bem claro que é preciso aprender outras línguas para poder construir boas pesquisas e se sair melhor na vida acadêmica. “Como se faz uma tese” de Umberto Eco é um aprendizado interessante e enriquecedor.

 

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Acolhimento do Curso de História 2017.1

Olá, alunos do curso de História!

Convidamos a todos para participar do Acolhimento de História 2017.1 que ocorrerá nos dias 07, 08, 09 e 10 de junho. O evento é uma realização do Departamento de História em parceria com a PROGRAD, PROEX e PROEST.

Sabemos que a vida universitária envolve uma série de questionamentos e expectativas. Com este Acolhimento pretendemos ajudá-lo (a) a esclarecer o máximo de dúvidas possíveis e descobrir algumas das muitas possibilidades que a UFS pode oferecer. Por isso, neste ano, a recepção será aberta para todos os alunos do curso.

Para maiores informações, entrem em contato conosco através do e-mail petufshistoria@gmail.com e confiram a programação do evento clicando aqui.

 

Cartaz Acolhimento 2017.1 (finalizado)

 

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Anais IH! 2016

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VI Encontro de Pesquisadores Iniciantes das Humanidades ocorreu entre os dias 14 e 16 de fevereiro de 2017, e contou com mais de 70 trabalhos submetidos.

A principal proposta do IH! é reunir pesquisas de graduandos e mestrandos em GT’s, para que estes possam divulgar suas pesquisas e estimular o debate, de maneira interdisciplinar e exclusiva para alunos.

Confiram os Anais do evento que estão disponíveis aqui.

Agradecemos mais uma vez a participação de todos, e esperamos contar com vocês nas próximas iniciativas do PET História!

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O Cinema vai à Guerra – Francisco Carlos Teixeira da Silva, Karl Schurster Sousa Leão e Igor Lapsky (Orgs.)

 

Livro-O-Cinema-Vai-a-Guerra-Francisco-Carlos-Teixeira-da-Silva-4862716O Cinema vai à Guerra teve sua primeira versão no Laboratório de Estudos do Tempo presente/UFRJ. Fruto de seminários, aulas, palestras, monografias e teses, o livro objetiva rever obras que contam as relações entre cinema e história, se utilizando de produções cinematográficas como principal fonte, mas não única, e desta forma, colocar a narrativa fílmica como principal concorrente da narrativa histórica.

Observando o cinema como uma representação validada devido a sua boa recepção entre o povo e percebendo o aumento na quantidade e qualidade de trabalhos entre cinema e história, a obra reúne doze competentes historiadores, sendo três deles os organizadores (Francisco Carlos Teixeira da Silva, Karl Schurster Sousa Leão e Igor Lapsky), para, mesmo com todo o preconceito que há no Brasil sobre uma historiografia baseada no cinema, desenvolver este trabalho, que resultou num livro de doze capítulos, publicado pela editora ELSEVIER, para se discutir sobre cinema e guerra.

O Cinema Vai à Guerra é uma opção pertinente de livro para professores que queiram aplicar filmes em sala de aula, para pesquisadores de cinema e de guerra, e principalmente para quem tem interesse em iniciar estudos nessa área visto que, possui uma linguagem de fácil compreensão, expõe a análise das produções cinematográficas de maneira bastante didática e completa, além de ser objetivo quanto ao que foi proposto.

Referência Bibliográfica:

SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; LAPSKY, Igor; LEÃO, Karl Schurster Sousa. O Cinema vai à Guerra. Rio de Janeiro. Elsevier – Campus, 2015.

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Sobre a apresentação de trabalhos no IH! 2016

VI Encontro de Pesquisadores Iniciantes das Humanidades está próximo de sua realização. Nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro o evento estará ocorrendo nas dependências da Universidade Federal de Sergipe. A respeito do sistema de apresentação dos trabalhos submetidos no IH!  2016 salientamos que:

- Os trabalhos são distribuídos nos GT´s, afim de que seja preservada a interdisciplinaridade e o intercâmbio de ideias propostos pelo evento;

- Os coordenadores dos GT´s são escolhidos a partir da seguinte ordem: Mestrandos, Graduados e Graduandos que estejam cursando os últimos períodos da graduação;

- Os coordenadores recebem previamente os trabalhos a serem apresentados nos respectivos GT´s, para melhor comentarem as apresentações;

- Ao fim de cada comunicação os coordenadores, bem como os demais participantes, poderão expor questões e colocações acerca das apresentações;

- As apresentações durarão 10 minutos com tolerância de mais 5. Ao aproximar-se o fim do tempo, o coordenador do GT  informará  que o tempo de tolerância se iniciou. Tendo acabado o período de tolerância os coordenadores solicitarão que o  pesquisador  encerre a apresentação;

- Os participantes, ainda que não tenham enviado seus trabalhos completos, poderão apresentar seus resumos;

- Serão disponibilizados data-show e computador nos locais dos GT´s para as apresentações;

- Quem precisar faltar a aula ou o expediente de trabalho por causa da apresentação no evento, pode solicitar, previamente, uma declaração junto à Comissão Organizadora do evento através do e-mail: ih.humanidades@gmail.com

Agradecemos antecipadamente a presença de todos.

Até lá!

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Programação Geral IH! 2016

Imagem2Informamos aos participantes do VI Encontro de Pesquisadores Iniciantes das Humanidades que  a relação dos GTs, bem como, o cronograma geral do evento, já encontra-se disponível para consulta. Os inscritos poderão conferir em que Grupo de Trabalho, horário e local, apresentarão suas comunicações, clicando aqui. A programação geral com as informações sobre a palestra de abertura, oficina e encerramento (Bazar Sarau) podem ser vistas aqui.

Lembramos que a mesa de abertura será realizada no dia 14 de fevereiro de 2017, a partir das 19h, no auditório do Departamento de Geografia (Departamental II, Térreo). Desta forma, a presença de todos se faz importante, visto que, nesta ocasião, ocorrerá também o credenciamento do evento.

Pedimos que, caso haja erro no seu nome, título da comunicação ou qualquer outro problema, entre em contato com a comissão organizadora através do e-mail: ih.humanidades@gmail.com.

Vamos juntos fazer mais um IH!

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Conferência: Identidade Cultural e diversidade étnica: Négritude africano-antilhana e modernismo brasileiro

No dia 31 de janeiro às 14h, no auditório da Biblioteca Central, será realizada a conferência: Identidade Cultural e diversidade étnica: Négritude africano-antilhana e modernismo brasileiro, ministrada pela Prof.ª Dr.ª Maria de Lourdes Teodoro (Instituto de Artes- UNB).

As inscrições podem ser realizadas presencialmente, na sala do PET História (Prédio Departamental II, 1º andar, sala 11), ou enviando a ficha de inscrição disponível aqui para o e-mail: petufshistoria@gmail.com

Para mais informações sobre Maria de Lourdes Teodoro e seu trabalho clique aqui.

Não deixem de participar!

Folheto Coloquio

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O que é cinema (Jean-Claude Bernardet)

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Lançada em 1980, pelo ensaísta, crítico de cinema e escritor brasileiro Jean-Claude Bernardet, a obra O que é cinema, segundo o autor, está longe de tentar solucionar a questão que a intitula, mas visa fazer um passeio em torno de alguns eventuais problemas que se colocam para estudiosos da sétima arte.

Conciso em seu conteúdo, o livro apresenta, em 19 tópicos, temas que abordam: as primeiras manifestações cinematográficas; a formação do cinema enquanto indústria; a construção de uma linguagem cinematográfica por parte do mercado estadunidense e a concepção de novas linguagens, que se desenvolveram no Brasil com a experiência do Cinema Novo e em diversas outras partes do mundo, a partir do fim da Segunda Guerra Mundial.

Bernardet, além de apresentar um quadro geral sobre a formação e desenvolvimento das linguagens e indústria cinematográfica, se deterá a questões concernentes à montagem do cinema e a reflexões a respeito deste, enquanto arte do real ou como reprodutor de uma realidade construída, na qual a interferência humana cria discursos que revelam ideologias: “O cinema, como toda área cultural, é um campo de luta, e a história do cinema é também o esforço constante para denunciar este ocultamento e fazer aparecer quem fala” (BERNARDET, 1980, p. 10).

Com uma linguagem objetiva e simples, esta obra é indicada para os que se interessam em entender o processo de formação do cinema e seu desenvolvimento em âmbitos comercias e estéticos.  Além disso, ajuda a ampliar as noções da produção cinematográfica enquanto integrante de um meio cultural que carrega em si signos e vivências deste.

Sobre Jean-Claude Bernardet e obras que relacionam cinema e história, indicamos ainda:

  • Brasil em Tempo de Cinema (1967);
  • Cinema Brasileiro: Propostas para uma História (1979);
  • Cinema e História do Brasil (1998);
  • Historiografia Clássica do Cinema Brasileiro (1995).
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IH! 2016 – OFICINA “Como Elaborar um Texto Cientifico”.

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O VI Encontro de Pesquisadores Iniciantes das Humanidades contará, nesta edição, com uma oficina que será ministrada pela Prof.ª Dr.ª Raquel Meister Ko. Freitag (DLEV/UFS), cujo tema será Como Elaborar um Texto Científico.

Nesta ocasião, serão abordados temas como: Redação científica; Apresentação da estrutura retórica: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussão; Fator de Impacto e circulação da produção científica e Ética em publicação científica. A mesma ocorrerá na quarta-feira (15/02), a partir das 9h.

Informamos a todos os participantes que a oficina disporá de apenas 40 vagas, os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição, que pode ser visualizada clicando aqui, e enviá-la para o e-mail: ih.humanidades@gmail.com 

Participem!

 

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